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terça-feira, 10 de agosto de 2010

Futebol é alegria! Novo Brasil ataca forte e vence os Estados Unidos


Velocidade, dribles, pedaladas, alegria... Os ingredientes que faltavam à Seleção Brasileira estão de volta. Pelo menos no primeiro amistoso da era Mano Menezes foi assim. Bem organizado defensivamente e ofensivo como nos bons tempos, o Brasil não teve trabalho para fazer 2 a 0 nos Estados Unidos nesta terça-feira.

O estádio New Meadowlands, em Nova Jersey, lotado de fãs com camisa amarelinha teve espaço até mesmo para gritos de olé. Não poderia ser diferente com Paulo Henrique Ganso, Neymar e Robinho em campo. O trio que brilhou no Santos no primeiro semestre ainda estava reforçado por Alexandre Pato.

Foram dele e de Neymar, cotados para formarem a dupla em 2014, os primeiros gols do Brasil na era Mano. O santista, por sinal, se junta a outros craques brasileiros que marcaram em sua estreia com a camisa amarela, como Pelé, Zagallo, Jairzinho, Zico e Rivaldo. Apenas para citar os mais importantes deles.



A série de amistosos visando a Copa do Mundo de 2014 no Brasil tem mais dois capítulos em setembro. A CBF ainda não divulgou os adversários, mas nos dias 3 ou 4 e 7 ou 8, o time de Mano Menezes fará partidas. Se as atuações forem iguais à dessa noite, o torcedor terá muito que comemorar.

Isso é Brasil!

Os primeiros minutos da Seleção Brasileira de Mano Menezes foram de susto. Aos dois, Donovan recebeu bom passe de Buddle, driblou David Luiz e saiu na cara do gol. André Santos, porém, chegou para cortar. Em seguida, Daniel Alves errou dois passes seguidos e tomou uma leve bronca do treinador.

Aqueles mais pessimistas até poderiam achar que o Brasil estava nervoso. Mas não deu tempo de a desconfiança ganhar espaço. Com cara de futebol brasileiro, a Seleção foi para cima dos Estados Unidos. Esses, sim, ficaram assustados. Toques rápidos e objetividade marcaram o primeiro tempo verde e amarelo.

Com Ganso comandando o meio de campo, o Brasil ganhou muita qualidade para construir jogadas. Até porque Neymar e Robinho se posicionaram muito bem pelas pontas e ganharam o apoio dos laterais Daniel Alves e André Santos. Tanto que foi em uma jogada de linha de fundo que saiu o primeiro gol da Seleção Brasileira

Aos 28 minutos, Robinho deu belo passe para André Santos. O lateral apareceu bem na linha de fundo e cruzou na medida para Neymar abrir o placar de cabeça. Na comemoração, o atacante do Santos ajoelhou no gramado, apontou para o céu e ganhou um caloroso abraço coletivo dos outros companheiros.

Entregue ao futebol ofensivo do “novo Brasil”, os Estados Unidos não levavam perigor. Do outro lado, Howard cansou de ver os atacantes brasileiros em boa condição. E aos 45, ele evitou o segundo gol. Ganso tocou para Ramires, que colocou Pato na cara do gol. O atacante driblou o goleiro e rolou para a rede

Bolas na trave e olé
A seleção norte-americana voltou para o segundo tempo com três alterações. Já o Brasil de Mano Menezes optou por retornar com a mesma formação. E também com a mesma postura. Logo no primeiro minuto, Robinho fez ótima jogada pela esquerda e colocou Pato na cara do gol. Mas o atacante perdeu chance incrível.

Solto em campo, o Brasil quase marcou o terceiro aos sete minutos. Daniel Alves avançou e cruzou para o meio da área. Pato fez o corta luz e Neymar bateu em cima da zaga. No rebote, Robinho bateu de primeira, deslocando o goleiro e os zagueiros, mas a bola bateu caprichosamente na trave
Aproveitando alguns erros de passe do Brasil, os Estados Unidos conseguiram mais espaços. Chegaram até a marcar aos 11 minutos, mas Bradley estava impedido quando cabeceou para o fundo do gol. Rapidamente, porém, o time verde e amarelo retomou o comando do jogo e viu a torcida gritar “olé”.

Aos 28 minutos, uma nota triste. Ederson, que havia acabado de entrar no lugar de Neymar, se machucou em seu primeiro lance. Após receber a bola na direita, ele tentou um drible e sentiu lesão muscular. Ao forçar o cruzamento caiu no chão e não teve condições de continuar. Foi substituído por Carlos Eduardo.

A etapa final do amistoso não foi tão empolgante como a primeira, mas ao menos o Brasil acertou duas bolas na trave, com Robinho e Paulo Henrique Ganso. E a torcida, empolgada, calou os norte-americanos com "olé" e gritos de "Brasil, Brasil, Brasil". Poderiam, no entanto, ter gritado mais gols, não fosse o festival de gols perdidos pelo time de Mano no final.

domingo, 18 de julho de 2010

Em dia de tiete, Ronaldo admite que ainda sente lesão na panturrilha




Atração antes da partida festiva do meia Deco, em Indaiatuba, no interior de São Paulo, o atacante Ronaldo afirmou que não entrou em campo neste domingo porque ainda sente dores na panturrilha direita.

- É uma pena não poder jogar porque ainda estou com essa lesão – disse a um repórter do canal por assinatura Sportv.
De calça, camisa e casaco, o Fenômeno entrou no gramado e serviu de fotógrafo para o filho Ronald posar ao lado de Lionel Messi.

- Ele quis tirar foto com o melhor do mundo, mas o pai dele também é, e três vezes – brincou.

Leia também: Mano prefere não fazer previsões sobre a volta de Ronaldo ao time






Na madrugada de sábado para domingo, Ronaldo postou em sua página no Twitter uma foto ao lado do craque argentino, afirmando que saiu derrotado de uma partida de tênis de mesa contra o jogador do Barcelona.

– Joga alguma coisa esse garoto? Sou fã! Acabei de perder para ele no ping-pong – escreveu o Fenômeno em seu microblog.




Manchester vence Celtic em amistoso nos EUA


O Manchester United venceu neste sábado o primeiro dos amistosos agendados em sua pré-temporada na América do Norte ao bater o Celtic por 3 a 1 em Toronto (Canadá).

O búlgaro Dimitar Berbatov abrir o placar aos 34 minutos do primeiro tempo após bela triangulação da equipe inglesa. O time escocês empatou no segundo tempo, aos 16 minutos, com gol de pênalti de Georgios Samaras.

Berbatov voltou a aparecer de forma decisiva na partida ao dar o passe para o segundo gol do United, marcado por Welbeck aos 34. Tom Cleverley, aos 41, decretou o resultado final a favor dos "Diabos Vermelhos".

O Manchester United não contou com seus jogadores que participaram da Copa do Mundo da África do Sul, como Wayne Rooney, assim como os lesionados Gary Neville, Rio Ferdinand e Owen Hargreaves.

O atacante mexicano Javier Hernández, uma das contratações feitas pelo Manchester para a próxima temporada, se incorporará ao restante do elenco no dia 27, quando a equipe viajará a Houston para enfrentar uma seleção da MLS, a liga americana de futebol.

O United, que não jogava no Canadá desde 1982, fará ainda partidas na Filadélfia, em Kansas City (ambas nos EUA) e Guadalajara (México).

Por sua vez, o Celtic, que jogou na Filadélfia contra a nova franquia da MLS, o Union (perdeu por 1 a 0), também enfrentará o Seattle Sounders.

quarta-feira, 3 de março de 2010

Após 42 anos, Espanha vence França na casa do rival


A Espanha não tomou conhecimento da França e venceu, por 2 a 0, o amistoso disputado nesta quarta-feira, em Paris. O resultado quebrou um tabu de 42 anos sem vitória da Fúria sobre o rival em solo francês. David Villa e Sergio Ramos marcaram os gols da partida. Além disso, o goleiro Casillas passou a ser o jogador que mais vezes vestiu a camisa da Espanha, ao lado do atacante Raúl, com 102 partidas.



E a partida foi toda dominada pelos espanhóis, atuais campeões europeus e líderes do ranking da Fifa. Mesmo jogando em Paris, a Fúria soube segurar a pressão inicial dos franceses e abrir espaços na defesa adversária. E o gol não demorou a surgir. Aos 21 minutos, o atacante David Villa aproveitou um vacilo da zaga francesa e abriu o placar.



A França ensaiou uma reação, mas a defesa espanhola não vacilou e segurou o ímpeto francês. Quando a partida já se encaminhava para o intervalo, o zagueiro Sergio Ramos ampliou a vantagem, num chute cruzado que desviou em Escude e enganou o goleiro Lloris.


Na etapa final, com uma atuação segura da defesa, a Espanha não permitiu a reação dos donos da casa.



A Fúria está no Grupo H, com Suíça, Chile e Honduras. A estreia será no dia 16 de junho, contra os suíços. Já os franceses estão no Grupo A, com África do Sul, México e Uruguai. A estreia, diante dos uruguaios, será no dia 11 de junho.

Em jogo de público dividido sobre Terry, Crouch alavanca virada da Inglaterra


O assunto do último mês na Inglaterra voltou a estar em pauta nesta quarta-feira. O zagueiro Terry, que perdeu o posto de capitão do English Team após ter um caso amoroso com a ex-mulher de um companheiro de seleção, vestiu pela primeira vez a camisa inglesa após o escândalo. Houve quem vaiasse e quem aplaudisse o zagueiro no estádio de Wembley. Com a bola rolando, a Inglaterra fez valer seu favoritismo. Vitória de 3 a 1 sobre o Egito, gols de Crouch (dois) e Wright-Phillips. Zidan marcou para os egípcios.

Foi um jogo difícil para a Inglaterra, que começou a partida sem muita imaginação. A equipe, que teve Gerrard como capitão (Rio Ferdinand, que havia herdado a braçadeira de Terry, não jogou, machucado) mostrou dificuldades para criar chances e esbarrou em boas defesas do goleiro El-Hadary. O primeiro gol da partida foi marcado por Zidan. Ele recebeu na entrada da área e fuzilou o goleiro Green para calar Wembley.

No fim, Crouch fechou a festa com um gol irregular. Impedido, o atacante do Tottenham concluiu após passe de Wright-Phillips e garantiu o triunfo inglês.



Três capitães ao longo do jogo. Nada de Terry

Como nota curiosa, a Inglaterra teve ao longo do jogo três capitães. Gerrard foi o primeiro, e passou a braçadeira a Rooney ao sair. O atacante, depois, deu a faixa a Barry, que terminou o jogo no comando. Terry, em campo, não foi cogitado.




Na segunda etapa, o técnico Fabio Capello mexeu na equipe e teve sucesso. Walcott e Defoe deram lugar a Wright-Phillips e Crouch, e os dois foram protagonistas na virada. O gol do empate aconteceu aos 11 minutos, com Crouch escorando bem um cruzamento rasteiro. Depois, coube a Wright-Phillips virar, aos 30 minutos. O jogador do City aproveitou rebote de chute de Milner e mandou para o gol.

Irritados após derrota, jogadores da Costa do Marfim se recusam a falar


A derrota por 2 a 0 para a Coreia do Sul, nesta quarta-feira, no Loftus Road, estádio do Queens Park Rangers, em Londres, não foi bem aceita pelos jogadores da Costa do Marfim. Com o time afundado em uma crise, eles saíram em silêncio do estádio, sem dar uma palavra.



Eliminada pela Argélia nas quartas de final da Copa Africana de Nações, em janeiro, a Costa do Marfim demitiu o técnico bósnio Vahid Halilhodzic no último sábado. Nesta quarta-feira, a seleção foi comandada pelo auxiliar técnico Kouadio Georges. O holandês Guus Hiddink deve assumir o comando. A equipe está no grupo do Brasil na Copa, assim como Coreia do Norte e Portugal.

Após a péssima atuação contra os sul-coreanos, o único a falar com a imprensa foi o defensor Eboue, que joga no Arsenal. Porém, o contato foi bem curto: após 30 segundos, a conversa com um canal de TV português foi interrompida com a chegada de seguranças. Eles começaram a empurrar todos que estavam pela frente e abriram caminho para o jogador entrar no ônibus que esperava a delegação.


Drogba ignora até fãs


A estrela do país, Didier Drogba, evitou não só a imprensa, mas até seus fãs. Último ao sair do vestiário, ele vestiu um casaco com um grande capuz, que escondia grande parte de seus rosto. Além disso, teve a companhia de oito seguranças. O atacante ignorou os jornalistas e torcedores que conseguiram furar o bloqueio, recusando-se a falar. Ao entrar no ônibus, o ídolo do Chelsea sentou-se na última cadeira, colocou um fone no ouvido e não deu qualquer atenção aos pedidos dos fãs, que queriam apenas um aceno.



Drogba teve uma atuação decepcionante contra a Coreia do Sul. Carlo Ancelotti, técnico do Chelsea, onde joga o atacante, esteve no estádio para assistir ao amistoso. Dunga e seu auxiliar Jorginho também estiveram presentes. Os dois não comentaram a atuação da Costa do Marfim, que é o segundo adversário do Brasil na Copa do Mundo. A partida está marcada para o dia 20 de junho, em Joanesburgo.

Com gol de Higuaín, Argentina derrota a Alemanha por 1 a 0 em Munique


As seleções de Alemanha e Argentina chegaram ao amistoso desta quarta-feira causando preocupação em suas torcidas. Os principais motivos para isso foram vistos no jogo no Allianz-Arena, em Munique, embora os visitantes possam ao menos comemorar a vitória por 1 a 0, resultado que dá moral cem dias antes da Copa do Mundo.



Se o nível técnico não foi dos melhores, o jogo, ao menos, teve 'cara' de Copa do Mundo: divididas e faltas duras, e muita determinação de ambos os lados. O único gol foi marcado por Higuaín, atacante do Real Madrid, no fim do primeiro tempo. Os argentinos mostraram muita disposição e pouca inspiração, dependendo em excesso de Lionel Messi, que não esteve em seus melhores dias. Pelo lado dos alemães, que vinham de dez partidas de invencibilidade, faltou criatividade no meio-campo e poder ofensivo.



Esta foi a primeira vez que as duas seleções se enfrentaram desde o confronto pelas quartas de final da Copa de 2006 - na ocasião, a alemã levou a melhor na disputa por pênaltis. A Argentina pode ter feito seu último amistoso antes do Mundial na África do Sul, caso o jogo contra o Canadá (no dia 24 de maio) seja mesmo cancelado, a pedido de Maradona. Já a Alemanha terá três oportunidades - contra Malta, Hungria e Bósnia - para resolver seus problemas.



Primeira conclusão a gol aos 37 minutos



Jogando na casa do adversário, a Argentina iniciou a partida com a estratégia de sufocar a Alemanha, adiantando os homens de frente para atrapalhar a saída de bola e exercendo forte marcação no resto do campo. Às vezes, terminava em faltas duras, como as dos zagueiros Demichelis e Samuel (em Ozil e Klose), punidos com o cartão amarelo.



O problema era quando o time de Maradona tinha que tomar a iniciativa. Os lances se repetiam, um atrás do outro: Verón recebia o passe na defesa, para fazer a ligação com o meio-campo, e logo era a vez de Messi conduzir a bola, tentando um drible e em seguida um passe para Higuaín ou Di María. Sem o apoio de Otamendi e Heinze pelas laterais, a Argentina tinha dificuldade de chegar à área.


Do outro lado, a Alemanha ainda tentava variações de jogadas de ataque, mas não tinha sucesso em qualquer uma delas. Com exceção de um chute descalibrado de Lahn, o mais perto que os donos da casa estiveram do gol foi num pênalti não marcado de Otamendi em Klose.



Os dois únicos lances de perigo na primeira etapa vieram nos últimos minutos. Aos 37, Di María se livrou de dois marcadores e acertou uma bomba no travessão, após leve desvio do goleiro Adler. Foi o primeiro chute a gol na partida. No último minuto regulamentar, a Argentina fez 1 a 0. Di María iniciou contra-ataque com um ótimo lançamento, e Adler saiu na sua intermediária para tentar interceptar a bola. Levou um drible da vaca de Higuaín, que concluiu para o gol vazio.





Alemanha reforça ataque com Cacau



A Alemanha começou o segundo tempo com Mario Gomez no lugar de Klose. A Argentina, que voltou do intervalo sem substituição, foi obrigada a fazer duas com nove minutos - Clemente Rodríguez e Nicolás Burdisso entraram nos lugares de Heinze e Demichelis, machucados. Quando o segundo ia sendo retirado de campo, os responsáveis pela maca deixaram-no cair


Os argentinos tiveram uma boa chance para fazer 2 a 0 logo aos cinco minutos, quando Adler deu um passe nos pés de Verón, que errou ao tentar encobrir o goleiro. Até o fim da partida, no entanto, foi a Alemanha que tomou a iniciativa, invertendo os papéis da primeira etapa.



O técnico Joachim Low tentou reforçar seu poder ofensivo, colocando Cacau no lugar de Özil e dando uma companhia na frente para Mario Gomez e Podolski. A Alemanha se manteve no campo de ataque, e o brasileiro teve boa participação, inclusive obrigando o goleiro Romero a difícil defesa, aos 30 minutos. Os donos da casa trocavam passes, fazendo a bola rodar de um lado a outro, e exploravam as jogadas aéreas. No último lance, até o goleiro Adler foi para a área na tentativa de se redimir do gol argentino, sem sucesso.



A vitória foi garantida na base da garra, mas também com um toque de categoria. Os visitantes fizeram o tempo passar e arrancaram gritos de "olé" no Allianz-Arena ao manter a posse de bola por mais de um minuto. Burdisso até teve a chance de marcar o segundo gol, aos 40 minutos, mas errou a conclusão após cobrança de falta de Verón.



A Alemanha jogou com: Adler, Boateng, Mertesacker, Tasci e Lahm; Schweinsteiger (Sami Khedira), Ballack, Thomas Müller (Toni Kroos) e Özil (Cacau); Podolski e Klose (Mario Gómez).



A Argentina teve Romero, Otamendi, Demichelis (Nicolas Burdisso), Samuel e Heinze (Clemente Rodríguez); Jonás Gutiérrez, Mascherano, Verón (Bolatti) e Messi; Di María e Gonzalo Higuaín (Tevez).


Confira todos os jogos das seleções que estão na Copa
AMISTOSOS ENCERRADOS


Costa do Marfim 0 x 2 Coreia do Sul (Londres)
Grécia 0 x 2 Senegal (Pireu)
Eslováquia 0 x 1 Noruega (Zilina)
Bósnia 2 x 1 Gana (Sarajevo)
Turquia 2 x 0 Honduras (Istambul)
Argélia 0 x 3 Sérvia (Argel)
África do Sul 1 x 1 Namíbia (Durban)
Nigéria 5 x 2 Congo (Lagos)
Suíça 1 x 3 Uruguai (St. Gall)
Áustria 2 x 1 Dinamarca (Viena)
Eslovênia 4 x 1 Qatar (Maribor)
Holanda 2 x 1 EUA (Amsterdã)
Itália 0 x 0 Camarões (Monte Carlo)
Alemanha 0 x 1 Argentina (Munique)
França 0 x 2 Espanha (Paris)
Inglaterra 3 x 1 Egito (Londres)
Portugal 2 x 0 China (Coimbra)

ELIMINATÓRIAS DA COPA DA ÁSIA

Quarta-feira

Austrália
1 x 0 Indonésia
Japão 2 x 0 Bahrein

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Sem Messi e Maradona, Argentina perde para a Catalunha de Cruyff em amistoso


A seleção da Catalunha (região da Espanha que pleiteia a independência e que volta e meia realiza jogos amistosos) recebeu nesta terça-feira, no Camp Nou, a Argentina e venceu por 4 a 2. A partida marcou a estreia do holandês Johan Cruyff como treinador do selecionado catalão, que teve em campo astros do Barcelona como Xavi, Puyol, Valdés e Bojan.



A Argentina, por sua vez, não pôde contar com Messi. O melhor do mundo visitou a concentração argentina, falou com os companheiros e com o técnico Maradona, mas resolveu não jogar para poupar o recém-recuperado tornolezo direito. Maradona, por sinal, também não pôde comandar a Argentina do banco de reservas, uma vez que ainda cumpre suspensão por causa dos insultos à imprensa após a classificação dos hermanos para a Copa.

Além de Messi, muitos outros titulares da Argentina não puderam atuar. O time, que foi comandado por Hector Enrique, teve como maiores destaques Gago e Higuaín, do Real Madrid, o meia Di María (Benfica) e o atacante Lavezzi (Napoli).



Antes do jogo, um show de luzes marcou a entrada dos jogadores da Catalunha em campo. E eles retribuíram com uma atuação de bom futebol. O primeiro gol surgiu no fim do primeiro tempo, com Sergio García escorando de cabeça um cruzamento.

Na segunda etapa, o jovem Bojan fez o gol mais bonito do jogo. O atacante deu linda arrancada, deixou marcadores para trás e bateu rasteiro para fazer 2 a 0. Os argentinos responderam pouco depois, em belo chute de Pastore, que entrou no ângulo.



Mas a noite era mesmo catalã. A seleção local fez 3 a 1 com Sergio, batendo pênalti, aos 25. Di María ainda diminuiu novamente para a Argentina, em belo chute cruzado, mas a Catalunha fechou o caixão pouco depois, com Moisés, de cabeça.

segunda-feira, 21 de dezembro de 2009

Com Pelé de ‘torcedor’, Irlanda confirma amistoso contra o Brasil em março


A Associação de Futebol da Irlanda (FAI) confirmou nesta segunda-feira que disputará um amistoso contra o Brasil no próximo dia 3 de março de 2010, provavelmente em Dublin. O lado curioso é que na página inicial do site oficial da entidade, ninguém menos, ninguém mais do que Pelé aparece vestindo um casaco da seleção irlandesa.

O local do amistoso está previamente marcado para o estádio Croke Park na capital irlandesa. No entanto, um torneio de rúgbi pode fazer com o que o jogo aconteça no Emirates Stadium, em Londres, ou em Old Trafford, em Manchester, ambos na Inglaterra. Glasgow também está cotada.



A empresa responsável pela organização do amistoso (Kentauro) deverá anunciar o local em Janeiro. A CBF ainda não conformou oficialmente a realização da partida.

Treinada pelo italiano Giovanni Trapattoni, a seleção da Irlanda, ao contrário do Brasil, não vai disputar a Copa do Mundo de 2010. Os britânicos foram eliminados nas repescagem europeia pela França após um gol polêmico marcado depois de Henry colocar claramente a mão na bola.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Mão de Henry coloca França na Copa



A França está na Copa de 2010, mas graças a uma enorme ajuda do juiz e a malandragem de Thierry Henry. O árbitro sueco Martin Hansson ignorou um toque de mão claro do atacante do Barça no lance que originou o gol dos Bleus no empate de 1 a 1 com a Irlanda, nesta quarta-feira, em Paris.

O resultado, alcançado somente no final do primeiro tempo da prorrogação, garantiu a 13ª participação da atual vice-campeã mundial na competição mais importante do futebol no planeta. Na partida de ida, realizada em Dublin, os franceses haviam vencido por 1 a 0 com um gol de Anelka.


Irlanda joga melhor e abre o placar

Apesar de atuar com três atacantes, Henry, Gignac e Anelka, a França entrou desorganizada não conseguiu criar boas oportunidades. Os britânicos, comandados pelo técnico italiano Giovanni Trapattoni, precisando da vitória simples para, pelo menos, levarem o jogo para prorrogação, dominavam as ações.



E, depois de tanto insistirem, conseguiram o gol aos 33. Robbie Keane, atacante do Tottenham mostrou boa colocação na área, aproveitou um passe precioso de Duff pelo lado esquerdo e calou o Stade de France, em Saint-Denis.

No segundo tempo, a Irlanda quase fez o segundo com Duff, mas Lloris salvou a pátria francesa aos 15 minutos.

Assustada, a França não conseguia ameaçar o gol de Shay Given, titular do Manchester City, e ainda viu Keane, aos 28, perder grande chance. No banco de reservas, o técnico Raymond Domenech olhava a partida, mas sem conseguir passar nada de útil para os seus atletas.

Lances polêmicos na prorrogação e uma mão salvadora

Com o resultado, a partida foi para a prorrogação. Ao contrário do tempo normal, os franceses vieram um pouco mais dispostos e Anelka, logo aos dois, chutou cruzado e arrancou suspiros dos torcedores.


Dois minutos depois, o mesmo Anelka recebeu passe na área, driblou Given e acabou caindo. Os franceses pediram pênalti, alegando que o goleiro irlandês derrubou o atacante do Chelsea. No entanto, o árbitro sueco Martin Hansson achou que o jogador se atirou e mandou o lance seguir.

Mas, aos 13, o juiz compensou, e muito, para os franceses. Após lançamento na área, Henry, em posição duvidosa, dominou claramente com a mão para evitar que a bola saísse e tocou no meio para o zagueiro Gallas marcar. Os irlandeses ficaram indignados e desesperados, mas Hansson validou o tento e assegurou a França no Mundial da África do Sul.


Uma das favoritas ao título na Copa do Mundo de 2010, a Espanha goleou a Áustria por 5 a 1, fora de casa. Jantscher abriu o placar para os austríacos,


Em sua primeira partida após a morte do goleiro Robert Enke, a Alemanha empatou em 2 a 2 com a Costa do Marfim nesta quarta-feira, em amistoso realizado na cidade de Gelsenkirchen. No banco de reservas, lugar reservado para o jogador que se suicidou na última semana.

Uma camisa com o nome de Enke o número 1 foi colocada entre os atletas no banco. Podolski marcou para a Alemanha aos 11 do primeiro tempo, mas Eboué e Doumbia viraram para os africanos na etapa final. Nos acréscimos, Podolski evitou a derrota em casa.

Enke foi encontrado morto na linha de trem no dia 10. O incidente gerou comoção na Alemanha e cerca de 50 mil pessoas foram ao velório do goleiro no estádio do Hannover, seu último clube. O amistoso com o Chile, marcado para o último sábado, foi cancelado.

Uma das favoritas ao título na Copa do Mundo de 2010, a Espanha goleou a Áustria por 5 a 1, fora de casa. Jantscher abriu o placar para os austríacos, e Fábregas, David Villa (duas vezes), Güiza e Pablo fizeram para a seleção de Vicente del Bosque.

Atual campeã mundial, a Itália recebeu a Suécia, que não irá à África do Sul, e fez 1 a 0 com Chiellini, aos 30 minutos, de cabeça. Os suecos jogaram sem Ibrahimovic. Holanda e Paraguai ficaram no 0 a 0.

terça-feira, 17 de novembro de 2009

Sem dar espetáculo, mas com a autoridade de um sultão, o Brasil derrotou por 2 a 0 a seleção de Omã na casa do adversário e fechou 2009 com chave de ouro. Ao todo, o time de Dunga venceu 14 vezes, empatou duas e perdeu apenas uma partida no ano - 2 a 1, para a Bolívia, em La Paz, pelas eliminatórias. Nilmar, herói no triunfo sobre os ingleses no último sábado, voltou a balançar as redes (vídeo ao lado) e parece ter carimbado, de vez, seu nome entre o grupo que vai à Copa.

O próximo compromisso do Brasil será no dia 3 de março de 2010, contra um adversário ainda a ser definido pela CBF. No próximo dia 4 de dezembro, a seleção conhecerá seus adversários no Mundial da África do Sul.



Susto e alegria em poucos minutos


Em meio à festa no Qaboos Sports Complex Stadium - a partida marcava os 39 anos da independência política de Omã e também comemorava o aniversário do sultão Qaboos bin Said Al Said (69 anos), que comanda o país -, o Brasil começou querendo dar um presente ao líder local logo no primeiro minuto da partida. Hassan Al-Hosani aproveitou cochilada da zaga e chutou com perigo, rente à trave de Julio César.

No entanto, a resposta brasileira não demorou e foi mortífera. Gilberto Silva fez belo lançamento para Luis Fabiano no meio da zaga de Omã. O atacante do Sevilla dominou e acabou chutando em cima do goleiro, que defendeu parcialmente. Mas, no rebote, Nilmar, sem marcação, chutou para abrir o placar aos três minutos.

Sexto gol do ex-colorado nos últimos sete compromissos da seleção. Ao todo, ele anotou oito gols em dez partidas com a amarelinha. Aos dez, Nilmar quase aumentou sua média. Mas o goleiro Al-Habsi, que atua no futebol inglês (Bolton), espalmou para fora.

Solto e sem encontrar muita resistência do adversário, o Brasil seguia criando boas oportunidades. Aos 13, Elano estufou a rede após soltar uma bomba do lado direito. Alguns torcedores chegaram a gritar gol, mas a bola pegou pelo lado de fora. Luis Fabiano também teve grande chance aos 19, mas a zaga cortou a tempo.

Depois de passar mais da metade do primeiro tempo sem incomodar a defesa brasileira, os anfitriões por pouco não igualaram o placar aos 25. Após bola desviada pela zaga, Al-Noafli apareceu de surpresa e chutou para excelente intervenção de Julio César, nos pés do jogador de Omã, atual 79ª seleção no ranking da Fifa e atual campeã da Copa do Golfo.

Goleiro salva a pátria de Omã

Embora sabendo da fragilidade do rival e podendo aplicar uma goleada por conta disso, os comandados de Dunga pisaram um pouco no freio e só voltaram a ameaçar a meta anfitriã nos minutos finais da etapa inicial. Kaká, batendo de chapa com o pé direito, quase fez o segundo aos 42. Na sequência do lance, Luis Fabiano cabeceou para ótima defesa de Al-Habsi (confira no vídeo abaixo).

O goleiro, destaque de Omã na partida, voltou a segurar o ataque tupiniquim aos 44, se esticando todo para tirar um chute de Nilmar da entrada da pequena área. Na saída para o intervalo, Fabuloso “reclamou” do goleiro Habsi.

- Está dificultando meu trabalho. Hoje está difícil. Vou tentar no segundo tempo - disse Luis Fabiano, artilheiro do Brasil na temporada 2009, com 11 gols.

Só que Fabuloso não teve a chance de se vingar. Dunga resolveu sacá-lo para promover a entrada de Hulk. Além do atacante do Porto, entraram também Fábio Simplício, que fazia sua estreia na seleção, na vaga de Felipe Melo, e Julio Baptista, na de Kaká.

E assim como no primeiro tempo, quem começou chegando com perigo foi Omã. Said, com um potente chute de perna esquerda, obrigou Julio César a realizar boa defesa aos três minutos.

Omã joga bem e marca... mas contra o próprio patrimônio


Confiantes, os anfitriões seguiram dominando as ações, se aproveitando principalmente das várias mudanças no meio de campo canarinho. Além de Julio Baptista e Simplício, Carlos Eduardo (outro debutante) entrou aos 14 na vaga de Elano.

Melhor na partida, Omã acabou chegando ao gol. Mas, para tristeza do Sultão aniversariante, o tento foi contra. Michel Bastos cruzou buscando Hulk. O zagueiro Al-Ghailani foi tentar cortar e, de cabeça, acabou tirando o goleiro Habsi da jogada (confira ao lado).

Com a boa vantagem, o Brasil ainda fez mais algumas alterações (entraram Cris e Daniel Alves) e acabou cozinhando a partida até o seu fim, sem ser muito incomodado, e ainda quase ampliou com Hulk.

Curiosidades em vitórias no Oriente Médio

Com os 2 a 0, Dunga fechou o ano com vitória, assim como nos três anteriores desde que assumiu a seleção: Em 2008, o tetracampeão viu seu time bater Portugal por 6 a 2; em 2007, triunfo sobre o Uruguai pelas eliminatórias; e, em 2006, vitória por 2 a 1 diante da Suíça.

Por outro lado, uma curiosidade não muito boa: nos dois anos que precederam as Copas de 1998 e 2006, as últimas em que o Brasil acabou não conquistando o título, a seleção fez sua última partida atuando no Oriente Médio e, em ambas, também venceu. Em 2005, sob o comando de Parreira, goleou por 8 a 0 os Emirados Árabes em Abu-Dhabi. Em 1997, sob a batuta de Zagallo, 6 a 0 na Austrália, em Riad, na Arábia Saudita.



Ficha técnica:


OMÃ 0 x 2 BRASIL

ESCALAÇÃO DE OMÃ : Al-Habsi, Mohammed Rabea, Al-Noafli (Suhail), Al-Ghailani e Al-Balushi; Hadeed, Basheer (Al-Nuaimi), Qasim Said e Al Ajmi (Al-Noobi); Emad Al Hosani (Abdulkarim) e Rabea Al-Hosani (Saleh)
ESCALAÇÃO DO BRASIL: Julio César, Maicon (Daniel Alves), Lúcio (Cris), Thiago Silva e Michel Bastos; Gilberto Silva , Felipe Melo (Fábio Simplício), Elano (Carlos Eduardo) e Kaká (Julio Baptista); Nilmar e Luis Fabiano (Hulk).
Técnico: Claude Le Roy. Técnico: Dunga.
Gols: Nilmar, aos três minutos do primeiro tempo. Al-Ghailani (contra), aos 16 da etapa final.
Estádio: Qaboos Sports Complex Stadium. Data: 17/11/2009.
Árbitro: Erich Brahehmhaeer (HOL). Auxiliares: Patrick Gerritsen e Wilco Hobbert (HOL).

África do Sul segue jejum de gols e empata em casa com a Jamaica


A África do Sul permaneceu em branco no segundo amistoso de Parreira no retorno à seleção. Nesta terça-feira, diante da Jamaica, em Bloemfontein, a equipe repetiu o placar de 0 a 0 do amistoso anterior, contra o Japão. O resultado comprovou a fragilidade ofensiva dos Bafana Bafana, que marcaram apenas um gol nas últimas sete partidas.

A atuação ao menos foi melhor do que contra o Japão. O time mostrou um futebol mais envolvente, principalmente no primeiro tempo, mas esbarrou na falta de pontaria. A melhor chance aconteceu logo aos nove minutos, quando a dupla de ataque sul-africana fez excelente tabela. McCarthy recebeu e devolveu para Mphela, que na risca da pequena área chutou em cima do goleiro.

McCarthy também quase marcou em cobrança de falta violenta que o goleiro jogou para escanteio, aos 25.

No segundo tempo, a África do Sul manteve a maior posse de bola e o domínio de jogo, mas criou menos oportunidades. Foram 45 minutos rondando a área jamaicana, mas sem nenhum chute perigoso. A África do Sul se despediu de 2009 com a boa lembrança do quarto lugar da Copa das Confederações, mas com uma péssima sequência nos amistosos do segundo semestre. Em oito jogos, apenas uma vitória.

Parreira admitiu que o resultado não foi o esperado, mas destacou a evolução do time.

- Deveríamos ter ganho os dois jogos, contra Japão e Jamaica, mas acho que tivemos uma melhora técnica nestes amistosos. Acho que hoje criamos muito na primeira etapa, mas tivemos dificuldade para marcar. Há muito trabalho a ser feito, o time ainda não está no melhor de sua forma, mas mostrou que pode evoluir muito - analisou o técnico.

A África do Sul só volta a jogar em março, em amistoso contra o Chile. Antes, o time deve passar cerca de um mês treinando no Brasil.

- É um longo período sem jogar, o que não nos ajuda muito, mas creio que o período no Brasil vai ser bastante positivo - explicou Parreira.

O jejum de gols dos Bafana Bafana

5/9 Alemanha 2 x 0 África do Sul
8/9 Irlanda 1 x 0 África do Sul
19/9 África do Sul 1 x 0 Madagascar
10/10 Noruega 1 x 0 África do Sul
13/10 Islândia 1 x 0 África do Sul
14/11 África do Sul 0 x 0 Japão
17/11 África do Sul 0 x 0 Jamaica


sábado, 14 de novembro de 2009

Machucado, Robinho admitiu que tem medo de perder a vaga de titular absoluto da seleção brasileira. E pode se preocupar mesmo no que depender do desempenho de Nilmar, seu substituto. Com uma grande atuação, o atacante do Villarreal foi o destaque e o autor do único gol do Brasil na vitória por 1 a 0 sobre uma desfalcada Inglaterra, neste sábado, no Qatar, no penúltimo amistoso de 2009. Luis Fabiano ainda perdeu um pênalti.



A exibição diante dos ingleses apenas confirma o excelente momento do ex-colorado. Dos último seis gols marcados pela seleção, entre jogos das eliminatórias e este amistoso, o atacante anotou nada menos que cinco: três contra o Chile, um frente à Bolívia e outro agora.



Apesar da exibição sem empolgação do time brasileiro, Dunga segue com números invejáveis em partidas contra seleções renomadas. Somente neste ano, venceu Argentina, Uruguai e Itália (duas vezes). Além disso, continua sem perder para campeões mundiais, contabilizando agora oito vitórias e três empates.



O Brasil, aliás, amplia sua invencibilidade contra a Inglaterra. Agora, são 19 anos sem perder. A última aconteceu em 1990, por 1 a 0, em Londres. Neste período, foram quatro vitórias e quatro empates. Na próxima terça-feira, a seleção encerra a temporada em amistoso diante de Omã, em Muscat, com transmissão ao vivo da TV Globo e GLOBOESPORTE.COM, às 12h30m (de Brasília).



Brasil domina, mas cria pouco

O grande jogo esperado pelos quase 50 mil torcedores que lotaram o Khalifa Stadium não aconteceu no primeiro tempo. Em nítida vantagem técnica pelos inúmeros desfalques da Inglaterra, o Brasil dominou boa parte do jogo, mas sem criar grandes oportunidades com o trio ofensivo Kaká, Luis Fabiano e Nilmar. O último, aliás, o principal destaque da equipe, sempre com jogadas em velocidade pela esquerda.

Os ingleses tentaram surpreender logo no início. O técnico Fabio Capello abriu os meias Wright-Phillips e Milner para jogarem em cima de Maicon e Michel Bastos, respectivamente. Logo aos dois minutos, o baixinho companheiro de Robinho no Manchester City passou pelo ala do Lyon na linha de fundo e cruzou para a área. Rooney chegou atrasado.

Com a dificuldade de sair pelos lados do campo, a seleção brasileira concentrou seu jogo no talento do ataque. A resposta veio aos dez. Após lançamento longo para a esquerda, Nilmar ganhou a trombada com Upson, disparou e cruzou, mas a zaga cortou. Pelo mesmo setor, Michel Bastos só apareceu para atacar aos 22, quando bateu cruzado de fora da área, à esquerda de Foster. Logo depois, aos 24, foi a vez de Bent subir entre os zagueiros e cabecear por cima.

Messi marca pela Argentina após oito meses, mas Fúria vence com dois de Xabi


Após quase oito meses sem marcar pela seleção argentina, Lionel Messi balançou a rede neste sábado, mas a Espanha riu por último com dois gols de Xabi Alonso: 2 a 1 para a Fúria, no amistoso em Madri


Muito criticado em seu país por não jogar bem na seleção, Messi não marcava pelo time de Diego Maradona desde 28 de março, quando a Argentina venceu a Venezuela por 4 a 0 nas eliminatórias para a Copa do Mundo.

No Vicente Calderón, a Fúria saiu na frente com gol de Xabi Alonso, aos 14 do primeiro tempo, após boa troca de passes da seleção de Vicente Del Bosque. Os hermanos cresceram na etapa final e chegaram ao empate aos 15, quando Maxi Rodriguez sofreu pênalti e Messi cobrou com categoria, sem defesa para Casillas. Porém, o meia do Real Madrid, também de pênalti, marcou de novo e deu a vitória à Fúria aos 40.



O amistoso serviu de homenagem ainda ao goleiro Casillas, que completou 100 partidas pela seleção espanhola e foi exaltado pela torcida no estádio.



Van Persie se machuca em amistoso entre Holanda e Itália


Na Itália, a Azzurra empatou em 0 a 0 com a Holanda em um jogo que pode dar dor de cabeça ao Arsenal: o atacante Van Persie saiu machucado logo aos 15 minutos. O jogador sofreu um carrinho de Chiellini e deixou o campo para a entrada de Huntellar com muitas dores no pé.

Fora da Copa do Mundo, a Croácia goleou Liechtenstein por 5 a 0, em casa, com dois do brasileiro naturalizado croata Eduardo da Silva. Srna fez um e Bilic também marcou duas vezes para completar o placar.

Em duelo entre dois classificados para a África do Sul, a Eslováquia venceu os Estados Unidos por 1 a 0, gol de Hamsyk.



Até agora, 26 países já estão no Mundial: Brasil, Argentina, Paraguai, Chile, México, Estados Unidos, Honduras, Holanda, Espanha, Inglaterra, Alemanha, Dinamarca, Sérvia, Itália, Eslováquia, Suíça, Coreia do Sul, Coreia do Norte, Japão, Austrália, Gana, Costa do Marfim, Nigéria, Camarões, Nova Zelândia e a anfitriã África do Sul.

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Após morte de Enke, Alemanha cancela amistoso contra o Chile

A Federação Alemã de Futebol (DFB) anunciou nesta quarta-feira o cancelamento do amistoso que a seleção do país faria contra o Chile, no próximo sábado.

O motivo alegado pelos dirigentes da entidade, em entrevista coletiva, é a morte do goleiro Robert Enke, do Hannover 96, que cometeu suicídio nesta terça-feira.

- Manifestamos à federação chilena nosso desejo de não disputar o amistoso. A resposta que eles nos deram merece nosso respeito, disseram que teriam feito o mesmo se algo parecido tivesse acontecido no Chile - disse o presidente da DFB, Theo Zwanziger.

O dirigente explicou que durante a manhã conversou com os jogadores da seleção e que todos chegaram à conclusão de que seria preciso um tempo para o luto pela morte de Enke.

- Nossa conversa desmente o estereótipo de que os jogadores só defendem seus próprios interesses - elogiou Zwanziger.

Por sua vez, o diretor-geral da seleção alemã, Oliver Bierhoff, bastante emocionado, disse que todos os jogadores estão sofrendo por causa da morte do companheiro de seleção, principalmente os que o conheciam há mais tempo.

- Michael Ballack conhecia Robert desde que tinha 13 anos, e Per Mertesacker tornou-se um amigo muito próximo dele quando jogaram juntos no Hannover - disse, acrescentando que ninguém na seleção alemã acredita que Enke sofria de depressões clínicas.

Já Zwanziger afirmou que a federação deve fazer todo o possível para evitar que casos semelhantes voltem a acontecer.

- Desde ontem à noite nos perguntamos: por quê? Não posso responder isso, mas sei que, em memória de Robert Enke, devemos fazer tudo o que estiver ao nosso alcance para que um jogador não chegue ao ponto de tomar uma decisão desse tipo - explicou.

Os jogadores deixaram a concentração onde estavam para se preparar para o amistoso e alguns deles irão amanhã ao funeral de Enke, que será realizado em Hannover.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Morre o goleiro Robert Enke, da seleção da Alemanha e do Hannover


O goleiro Robert Enke, da seleção da Alemanha e do Hannover, foi encontrado morto nesta terça-feira numa passagem de nível de uma linha férrea na cidade em Neustadt am Rübenberge. Segundo a polícia local, há fortes indícios de que Enke, 32 anos, cometeu suicídio.

O jogador esteve afastado durante algum tempo nos meses de setembro e outubro por conta de uma misteriosa infecção. Apesar disso, Enke defendeu o gol do Hannover no último fim de semana, durante o empate por 2 a 2 com o Hamburgo, pelo Campeonato Alemão.

De 2007 para cá, o goleiro atuou em oito partidas pela seleção alemã. Pelo Hannover, foram 164 jogos neste período. Por conta da infecção, Enke não vinha jogando pela seleção desde setembro e também não foi chamado pelo técnico Joachim Löw para os amistosos com Chile e Costa do Marfim, em 14 e 18 de novembro.

No entanto, Löw deixou claro mais de uma vez que contava com o jogador para o grupo que disputará o Mundial de 2010.

Enke nasceu em 24 de agosto de 1977, em Jena, e começou a carreira no Carl Zeiss, de sua cidade natal, antes de defender o Borussia Mönchengladbach. Ele passou ainda por Benfica (1999-2002), Barcelona (2002-2003), Fenerbahçe (2003), Tenerife (2004) e Hannover 96 (desde 2004).

Ele era casado e em 2006 perdeu sua filha Lara, então com dois anos, vítima de uma parada cardíaca.

terça-feira, 13 de outubro de 2009

Sob a sombra de Parreira, Joel perde mais uma com África do Sul e balança no cargo


Joel Santana, a julgar pela cobertura da imprensa sul-africana, já estava com a cabeça a prêmio antes mesmo de os Bafana Bafana pisarem o gramado nesta terça-feira, em Reykjavik, para enfrentar a Islândia. Após os 90 minutos, a situação do brasileiro se complicou ainda mais: a África do Sul perdeu por 1 a 0, gol de Gunnarsson.

Na manhã desta terça, a mídia sul-africana noticiou que Carlos Alberto Parreira, que indicou Joel para o cargo quando precisou pedir demissão, ano passado, estaria negociando seu retorno ao comando. Em nota oficial, divulgada antes do amistoso desta terça, a Federação Sul-Africana reafirmou a confiança em Joel e pediu o fim das especulações sobre uma possível saída.

A derrota para a Islândia foi a oitava da África do Sul nos últimos nove jogos disputados. A única vitória neste período foi sobre Madagascar (1 a 0), em jogo no qual Joel Santana chamou apenas jogadores que atuam na África do Sul.

Nesta terça, diante de um estádio praticamente vazio, os Bafana Bafana estiveram melhores a maior parte do tempo. Entretanto, a Islândia, 96ª colocada no ranking da Fifa, abriu o placar aos 5 minutos do segundo tempo, com Gunnarsson.

Os comandados de Joel, na base da vontade, bem que tentaram o empate, mas não foram capazes de evitar mais uma derrota.

FONTE: www.globoesporte.com.br

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