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domingo, 12 de setembro de 2010

Kleberson evita vexame no fim, e Fla empata por 2 a 2 com o Vitória



Dois times rubro-negros que, juntos, não venciam há 11 jogos. Diante de tantas fraquezas e poucas virtudes, Flamengo e Vitória conseguiram, pelo menos, emoção e empataram por 2 a 2 na noite deste sábado, em Volta Redonda. Mas para a tabela do Campeonato Brasileiro o resultado foi desastroso para ambos. O atual campeão chega a sete jogos sem vencer, pula para 23 pontos e segue em 16º, 'flertando' com a zona de rebaixamento. Um ponto e uma posição acima está o Leão.

Os dois gols do time da casa foram de Kleberson, o que prolongou o jejum dos atacantes para 1.100 minutos. Junior e Schwenck fizeram para os baianos.

No dia seguinte ao aniversário de 38 anos, Petkovic ganhou carinho da torcida, mas respondeu com uma péssima atuação e falta de educação. Ao ser substituído por Galhardo, saiu reclamando, mesmo após não ter acertado quase nada que tentou durante o jogo. Insatisfeita com mais um resultado decepcionante, a torcida do Flamengo deixou o Raulino de Oliveira aos gritos de “time sem vergonha”. Comemoração? Só com a derrota do Fluminense para o Atlético-GO por 2 a 1, em Goiânia. Ainda sem treinador, o Vitória foi comandado por seu ex e agora interino Ricardo Silva e esteve perto da vitória por duas vezes, com gols de Júnior e Schwenck. Mas as falhas defensivas impediram o triunfo.



A adesão à causa Flamengo não foi grande em Volta Redonda. A redondeza do estádio transformou-se em palanque eleitoral para distribuição de material de campanha de incontáveis candidatos. Mas faltava público. Os quase quatro mil pagantes contaminaram-se desde o início com o ranço do Maracanã. Na escalação dada pelo placar eletrônico, vaias para Val Baiano e euforia com o nome de Petkovic. Apesar de ídolo, o sérvio está tão mal quanto os companheiros na fraca campanha no Brasileiro.

O aspecto de “final” também chegou à diretoria. A presidente Patrícia Amorim participou da preleção no hotel e incentivou o grupo. Com três zagueiros e Val Baiano ao lado de Deivid no ataque, o Flamengo forçou as jogadas pelo lado direito, com boa participação de Correa.

Pressionado pelo mau momento, os primeiros dois toques de Val foram constrangedores. Mão na bola e domínio de tornozelo. A situação do Vitória não era tranquila. O meio-campo com o experiente Ramon, também de 38 anos, e o espevitado Elkeson sofreu até encaixar a primeira troca de passes produtiva.

O azar, ou coisa parecida, de Val Baiano persistiu. Correa fez bom cruzamento da direita, a zaga falhou, mas o camisa 9 não conseguiu esticar a perna e abrir o placar. Deivid não estava em caminho muito diferente. Bola para ele na entrada da área e... chute quase fora do estádio. O camisa 9 do Vitória teve pontaria melhor, aos 27 minutos. Júnior tabelou com Elkeson, bateu rasteiro e só não comemorou porque Marcelo Lomba se esticou e defendeu em dois tempos.

Foi a senha para a impaciente torcida do Fla começar a pedir raça. E pressão atualmente rima com desatenção. Afoitos, os jogadores passaram a precipitar ainda mais os passes e trocar o posicionamento. O Vitória se aproveitou. Aos 37, Ramon dominou da entrada da área e chutou no canto. Lomba espalmou. No rebote, Junior recebeu livre, mas o goleiro salvou com mais uma excelente defesa.

Os visitantes tiveram outras duas chances antes do fim do primeiro tempo e deixaram o gramado lamentando o empate. Já o Flamengo... bom, novamente sem fazer gol, o time recebeu vaias da torcida e deixou o campo procurando explicações para mais uma atuação lamentável.

Fim de jogo repleto de gols



No intervalo, Ronaldo Angelim pediu para sair, e o esquema com três zagueiros virou pó. Entrou Kleberson. A torcida não gostou e chamou Silas de “burro”. Não adiantou. Aos quatro minutos, Júnior só não marcou porque a perna esquerda de Marcelo Lomba salvou.

A insatisfação era tão grande que até o jovem Galhardo, de 18 anos, virou solução e teve o nome pedido pela torcida. No lance seguinte, por acaso, Everton Silva cruzou, Kleberson desviou e o zagueiro Anderson quase fez contra. O Vitória também não parecia muito disposto a tirar o zero do placar e acompanhou os minutos passarem tranquilamente. Do outro lado, Petkovic não gostou quando a placa subiu com seu número.




Eu? – disse, antes de sair lentamente e sem cumprimentar Galhardo.

O que era ruim para o Flamengo ficou pior. Bem pior. Após cobrança de falta lateral, aos 25, Junior aproveitou indecisão da zaga e de Marcelo Lomba e desviou para as redes. O caos só não foi maior porque Elkeson perdeu chance pouco depois.

Os reservas deram um alento. Aos 33, Diego Maurício fez ótima jogada na esquerda, cruzou rasteiro, e Kleberson tocou à esquerda de Viáfara para empatar. A comemoração parecia final de Copa do Mundo. Silas socou o ar em direção à torcida e recebeu um abraço apertado do autor do gol.

Mas a bagunça persistiu, e o Vitória se aproveitou. Aos 38, Schwenck acertou um chute lindo de sem-pulo de fora da área, no canto direito de Marcelo Lomba. Porém, de novo nem deu tempo de comemorar. Um minuto depois, Galhardo entrou na área, foi derrubado, mas a bola sobrou para Val Baiano sem goleiro. Era a chance de o atacante pôr fim ao jejum. Ele errou, acertou a trave. Sorte que Kleberson, bem posicionado, aproveitou o rebote e fez 2 a 2.

Kleberson quase transformou-se em herói ao acertar uma linda finalização no travessão, aos 45. Ficou no quase, e os dois times saíram de campo lamentando mais dois pontos perdidos.

Fonte: http://www.globoesporte.com/

Fonte: http://www.youtube.com/

quarta-feira, 12 de maio de 2010

Em noite de pesadelo, Fla perde para La U e fica em situação delicada


Na terça-feira, Adriano chorou ao não ver o seu nome na lista de convocados para a Copa do Mundo 2010. Nesta quarta-feira, o sofrimento foi todos os rubro-negros. Apesar de atuar com um jogador a mais por todo o segundo tempo, o atual campeão brasileiro jogou mal no Maracanã, foi derrotado pelo Universidad de Chile por 3 a 2 e ficou em situação delicada na Taça Libertadores. E se desperdiçou chances incríveis, o Fla poderia ter deixado o gramado com um resultado ainda pior. A equipe chilena também perdeu excelentes oportunidades, especialmente no primeiro tempo. E o Rubro-Negro marcou o segundo gol apenas aos 44 da etapa final.

Na próxima quinta-feira, em Santiago, o Flamengo precisará vencer por dois gols de diferença para permanecer vivo na Libertadores. Ou por um, se marcar quatro tentos.

A noite começou ruim para o Fla já fora do estádio. O primeiro obstáculo foi a logística equivocada. A delegação rubro-negra enfrentou trânsito pesado no trajeto Barra da Tijuca-Maracanã e chegou ao estádio apenas 35 minutos antes de o jogo começar. O que prejudicou o aquecimento dos jogadores. Situação semelhante à que viveu na eliminação para o América-MEX, em 2008.

O início da partida também foi tenso. Antes mesmo do apito inicial, torcedores pediram raça ao time. Pareciam estar adivinhando. Desligado, o Rubro-Negro falhou duas vezes antes dos três minutos. Primeiro, Olivera chutou por cima quase na entrada da pequena área. Depois foi a vez de Rômulo errar na saída de bola, e Bruno salvar de maneira espetacular uma finalização de Montillo.

Mas não houve perdão para o terceiro cochilo. Juan e Maldonado se enrolaram na marcação no lado esquerdo, Willians tirou mal, e Victorino chutou rasteiro para abrir o placar. Se a ansiedade já era alta, multiplicou-se por mil.

O calmante quase veio aos 12. Léo Moura cruzou da direita, Vagner Love cabeceou, a bola desviou em Olarra e tocou no travessão.

Mas a atuação do sistema defensivo rubro-negro destoava. Olivera ganhou fácil de David e chutou no canto. Bruno saltou e salvou o segundo. A torcida começou a gritar por Petkovic, mas Rogério, perdido à beira de campo, tirou Rômulo e colocou Michael. Ele derrubou as próprias convicções e voltou ao esquema de Andrade.

Em vez de incentivar, a torcida transmitiu ainda mais nervosismo ao gritar insistentemente por Pet. E a resposta foi outro gol dos chilenos. Após cruzamento na área, aos 24 minutos, Bruno falhou feio, e Olarra cabeceou para o gol vazio. O goleiro reclamou de falta, mas não adiantou.

Adriano? Bem, começou a partida correndo, buscando o jogo, mas ficou refém da pífia exibição do time. Foi dele o esboço de reação, aos 38. Kleberson cruzou da direita, e o Imperador cabeceou no canto direito. Depois de sete gols, enfim, o camisa 10 voltou a comemorar.

O lance acordou o Maracanã. Love perdeu chance incrível logo depois. Mas não tanto quanto a de Adriano em seguida, aos 43. Com o gol aberto, o atacante chutou por cima, desperdiçando uma oportunidade incrível. E levando os torcedores ao desespero.

Se falhava no ataque, o mesmo ocorria no setor defensivo. Aos 45, a zaga novamente permitiu que os chilenos contra-atacassem. Vargas, com Bruno batido, chutou para fora. A esperança da torcida renasceu aos 46, quando Iturra deu carrinho por trás em Willians e foi expulso.

Na última chance da primeira etapa, Adriano cobrou falta, a zaga desviou parcialmente, e a bola caiu no peito de Vagner Love. Era a chance do empate antes do intervalo. O artilheiro dominou, ajeitou o corpo e chutou por cima. O apito final de Carlos Amarilla aconteceu com Love estatelado no chão, incrédulo com o gol que perdera.

Ducha de água fria no início

O Flamengo voltou para o segundo tempo com Petkovic no lugar de Maldonado. A ousadia foi castigada duramente. Aos dois minutos, Montillo aproveitou-se de um dos diversos buracos na defesa, cruzou da esquerda, e Fernandez, livre, fez o terceiro.

O Império do Amor continuou seu calvário. Petkovic cruzou na medida para Adriano. Ele subiu e cabeceou no travessão. Se a dupla de ataque não acertava, na outra área Bruno ouvia vaias dos torcedores.

Com um homem a menos e uma boa vantagem no marcador, o time visitante se retraiu, e o Flamengo seguiu pressionando. Mas de forma desordenada. Aos 23, Adriano ensaiou uma embaixidinha dentro da área. A bola sobrou para Petkovic, que com o goleiro fora da meta, cruzou. Mas o Imperador não conseguiu alcançar. A bola passou. E o que foi parar dentro do gol foram dois jogadores do Universidad de Chile.

Aos 26, Rogério Lourenço chamou Dênis Marques para entrar. O que revoltou ainda mais os já irritados torcedores rubro-negros. O escolhido para sair foi Kleberson, que jogou mal um dia depois de ser escolhido por Dunga para ir ao Mundial na África do Sul.

Com três atacantes em campo, o time carioca seguiu com muitas dificuldades de superar o bloqueio adversário na entrada da área. E os erros continuaram. Como aos 30 minutos, quando Vagner Love tropeçou na bola dentro da área e foi desarmado. Se foi decisivo para a classificação do time no duelo diante do Corinthians, o atacante teve atuação muito aquém do esperado nesta quarta.

O time brasileiro passou a recorrer a cruzamentos sobre a área. Aos 33, Leo Moura centrou para Adriano, que desviou. O goleiro Miguel Pinto defendeu. No minuto seguinte, novo centro da direita. E o mesmo desfecho. Bola nas mãos do arqueiro após cabeçada de Ronaldo Angelim.

Nessa altura, o Universidad do Chile não mais contra-atacava, mais do que satisfeito com o que havia obtido. Quem demonstrava insatifação eram os torcedores rubro-negros no Maracanã, com o resultado e as falhas do time.

A partir dos 40 minutos, o time chileno voltou a se lançar ao ataque e obrigou Bruno a fazer duas boas intervenções. Já o Fla continuava errando passes e concluindo fraco ao gol. Mas a equipe conseguiu diminuir o prejuízo aos 44 minutos. Juan arriscou de fora da área e contou com a sorte. A bola desviou, e enganou o goleiro.

O gol acordou a torcida, que já vaiava o time. Os gritos de incentivo voltaram. Mas acabaram aos 47, quando Juan errou um passe fácil para Petkovic na ponta-direita. Um final coerente para um jogo em que o Flamengo abusou de errar. Antes mesmo da partida começar.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Arremesso heroico de Marcelinho coloca o Flamengo na final do NBB


Diante das arquibancadas lotadas do ginásio Pedrocão, Franca entrou em quadra na noite desta terça-feira com a corda no pescoço, sabendo que era preciso repetir a receita do jogo 1 para evitar o fim da linha no Novo Basquete Brasil e forçar a quinta e decisiva partida. Do outro lado da quadra, no entanto, o cestinha do campeonato tinha outra ideia. Marcelinho viu o Flamengo ficar atrás em boa parte do quarto período, mas acertou uma cesta de três espetacular, no último segundo, para garantir a vitória por 86 a 85. O triunfo faz o Rubro-Negro avançar para a final, em busca de seu terceiro título nacional seguido.

- Eu acreditei. Tanto acreditei que arremessei para meter a cesta. É um trabalho coletivo. Não tive volume no primeiro tempo, mas o time confia em mim. E isso me dá confiança – afirmou Marcelinho, autor de 21 pontos, em entrevista ao SporTV logo após a partida.

A tensão dos jogos 2 e 3 não demorou para entrar em quadra nesta terça. Com pouco mais de um minuto jogado, a arbitragem marcou uma falta técnica dupla em Marcelinho e Helinho, que trombaram no meio da quadra, fora do lance de bola. Em dois minutos, o Fla já tinha quatro faltas, no limite do período. Com a bola na mão, quem mandava na partida era uma dupla de armadores e xarás: Helinho pelo time da casa, Hélio pelos visitantes.

O equilíbrio persistiu até os últimos minutos do quarto, quando o Rubro-Negro abriu oito pontos. Duda cometeu uma falta técnica e a vantagem caiu. Mas Jefferson, que tinha entrado como titular, acertou um arremesso no último segundo para abrir a maior vantagem da partida: 29 a 20.

No início do segundo período, a vantagem carioca subiu para 10, com mais uma cesta de Hélio. Franca cortou um pouco, mas Marcelinho fez seus primeiros pontos na partida, com um tiro de três na lateral, e a diferença logo pulou para 11. A sanfona no placar continuou e, quando Franca reduziu de novo para cinco, Paulo Chupeta pediu um tempo.

A virada dos anfitriões veio em um lance espetacular de Helinho, que acertou o tiro de três e ainda sofreu a falta de Fred, incendiando o Pedrocão. Marcelinho empatou a 30 segundos do intervalo, e Fred virou com um lance livre: 48 a 47 na saída para os vestiários.

O equilíbrio foi a tônica do terceiro quarto, com o Flamengo segurando uma liderança apertada durante seis minutos, até que Franca conseguisse a virada. Àquela altura, Marcelinho estava no banco. O jogo ficou truncado, com os dois ataques errando muito. O camisa 4 rubro-negro só voltou para a última posse, mas nem chegou a tocar na bola. Na virada para o quarto período, a vantagem do time da casa era de 63 a 59.

A tensão voltou a entrar em quadra no início do último quarto, quando Jefferson fez falta em Márcio, e o ala francano levantou para tomar satisfações com o rival. Os árbitros deram duas faltas técnicas, e o jogo seguiu equilibrado. Ricardo Probst dominava o garrafão, mas o Fla respondia com chutes certeiros de três dos irmãos Marcelinho e Duda.

Mesmo sem Rogério, que tinha um problema na panturrilha, a defesa de Franca conseguiu evitar que o Flamengo concluísse antes do estouro do relógio de arremesso a 19 segundos do fim. A vantagem do time da casa pulou para dois pontos com um lance livre de Ricardo. O Flamengo repôs a bola nas mãos de Marcelinho, que gastou tempo, aproveitou bem o bloqueio feito por seus companheiros e, do meio da rua, soltou a bomba salvadora, a um segundo do fim. Rogério ainda voltou para tentar resolver na última bola, mas o arremesso deu aro. Fim do sonho francano, Fla na final mais uma vez.

domingo, 2 de maio de 2010

Atlético vence novamente o Santa Helena e é campeão goiano pela 11ª vez


O fantasma não apareceu! Jogando com o regulamento debaixo do braço e sem passar por sustos, o Atlético-GO é campeão estadual pela 11ª vez. Mesmo com a vantagem de poder perder por até três gols de diferença, o time do técnico Geninho venceu com autoridade o Santa Helena por 3 a 1, neste domingo, no estádio Pedro Romualdo Cabral, e comemorou o título goiano. Na primeira partida da final, o Rubro-negro já havia vencido por 4 a 0 o rival, que é conhecido como o Fantasma do Sudoeste.







Dono do melhor ataque da competição com 57 gols, o Atlético-GO abriu o placar com Rodrigo Tiuí logo aos 12 minutos do primeiro tempo. Após uma boa troca de passe, o atacante chutou sem chance para o goleiro Luiz Almeida.



O empate do Santa Helena veio aos 21 minutos. Após cobrança de escanteio, Gilson tirou a bola da área, mas Keninha aproveitou o rebote e chutou de primeira para o gol. No meio do caminho, Eder dominou e, livre na área, tocou no canto esquerdo de Márcio. A defesa do Atlético-GO parou pedindo impedimento, que não aconteceu.

Apesar de ser o melhor mandante do Campeonato Goiano com oito vitórias em dez jogos, o Santa Helena não conseguiu a virada. E partindo no desespero para o ataque ainda levou o segundo gol. Washington, de pênalti, deixou o Atlético-GO novamente em vantagem aos 23 minutos. Chute forte no canto esquerdo do goleiro Luiz Almeida, que caiu para o canto direito. O atacante, aliás, conquista o seu quarto título estadual seguido. Em 2007 foi campeão pernambucano pelo Sport, em 2008 comemorou o título paulista com o Palmeiras e no ano passado vibrou com o Vitória no campeonato baiano.



E no fim da partida, o Atlético-GO ainda marcou o terceiro. Após o cruzamento para a área, Agenor desviou de cabeça no canto direito do goleiro do Santa Helena: 3 a 1. Apesar da festa em campo, o Atlético-GO não vai ter muito tempo para comemorar o título. O time de Geninho se concentra para o segundo duelo contra o Palmeiras pelas quartas de final da Copa do Brasil. Na primeira partida, o clube paulista venceu por 1 a 0. O jogo de volta é nesta quarta-feira, às 19h30m, no estádio Serra Dourada, em Goiânia.

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Escalação de Adriano no clássico contra o Vasco é ‘difícil, mas não impossível’


O Flamengo precisa de Adriano. Mas o atacante, que marcou 12 gols em 11 jogos em 2010, deve ser desfalque no clássico contra o Vasco, domingo, pela semifinal da Taça Rio. O Imperador realizou um trabalho à parte na quinta-feira, acompanhado pelo preparador físico Daniel Jouvin. Ele fez trabalhos leves, na sala de musculação, porque as dores na região lombar ainda incomodam.

- O Adriano está melhor, mas com dor e ainda não foi a campo. A escalação dele é difícil, mas não impossível – afirmou o médico Marcelo Soares.

A lesão - uma contratura - ocorreu durante o recreativo de sábado, quando o jogador deu um giro para chutar. O tratamento ocorre à base alongamento e eletroterapia.

- Vamos esperar. O Adriano é um jogador muito forte e sempre temos a esperança de que ele amanheça bem e possa jogar – disse Marcelo.

O camisa 10 não participou do empate por 2 a 2 com o Universidad de Chile, na quarta-feira. Michael o substituiu. No entanto, a tendência é que o apoiador seja mantido, e Bruno Mezenga entre no ataque. Neste caso, Kleberson ou Vinícius Pacheco iria para o banco de reservas.

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